Pontes entre nós II
Esse entusiamos renascido
Nisso que te é querido
Quando te é entregado
O caminho
O legado
Desse algo
a ser transformado
Essa tua missão
Mais além do querer ou ambição
Que se leva no teu peito fechado
Assim bem guardado
À espera de germinar
Rebento
De flor
que a seu tempo
Será qual evento redentor
Essa caricia tão suave
Mais além
do que se crê ou se sabe
Essa chamada pristina
Que no silêncio ainda voga
E nos ilumina
Essa presença aveludada
Que nos envolve e nos afaga
Essa melodia tao clara
Que se ouve quando se ama
Esse abraço cadente
Que se eleva
Esse ver alegria na gente
Que tão bem nos leva
A encontrar
Espelhos vivos
Quando nos unimos
E nos reconhecemos
Onde não podíamos ver
O caminho a se percorrer
Nem a meta a se achar…
Nem esse calor estendido
Ponte entre o mais vivo
E o que se tem de encontrar
Nisso que te é querido
Quando te é entregado
O caminho
O legado
Desse algo
a ser transformado
Essa tua missão
Mais além do querer ou ambição
Que se leva no teu peito fechado
Assim bem guardado
À espera de germinar
Rebento
De flor
que a seu tempo
Será qual evento redentor
Essa caricia tão suave
Mais além
do que se crê ou se sabe
Essa chamada pristina
Que no silêncio ainda voga
E nos ilumina
Essa presença aveludada
Que nos envolve e nos afaga
Essa melodia tao clara
Que se ouve quando se ama
Esse abraço cadente
Que se eleva
Esse ver alegria na gente
Que tão bem nos leva
A encontrar
Espelhos vivos
Quando nos unimos
E nos reconhecemos
Onde não podíamos ver
O caminho a se percorrer
Nem a meta a se achar…
Nem esse calor estendido
Ponte entre o mais vivo
E o que se tem de encontrar
Português
English
Español