Ecos inaudíveis



Impalpável a luz aromatiza a maresia invisível
É como um incenso apaziguante e aprazível
Na beira da escuridão navega um eco inaudível

Confinada à masmorra da solidão cada hora inamovível
Queda-se escravizada, duradoura e absurdamente inacessível
Sei que só a noite consolará todo este silêncio grato e imprevisível

Frederico de Castro
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