Dos estreitos amares
Nesse estreito
Do sentimento
Onde as ondas
Vogam por dentro
Nesse ir mar afora
Sem ter tempo
Nem lugar
Agora
Nesse presente
Sentido
Nesse algo
Esquecido
Que paira
No mais recôndito
Que se esconde
No nunca dito
Que se faz eco
na melodia
Que esconde
o teu grito
nesse estranho sentimento
Que se faz elevar
Nesse estar bem atento
Aonde poisas
Esse teu ser
ao amar
E nesse olhar
Deixar entrar
Qual esse quarto velado
Tudo o que se tenha dito
Assim qual inventado
E sem deixar levar
A luz do já sonhado
Pintar de cores novas
Esse antigo requadro
Dar asas à paixão
Nessa emoção de cenário
E nesse momento
O mais simples
Ora mais amargo
Traçar linhas
Subtis
Iluminadas
Pelas horas tão bem passadas
Nas que entre o espaço e o tempo
Assim sempre navegavas…
(e sabias que voltavas)
Do sentimento
Onde as ondas
Vogam por dentro
Nesse ir mar afora
Sem ter tempo
Nem lugar
Agora
Nesse presente
Sentido
Nesse algo
Esquecido
Que paira
No mais recôndito
Que se esconde
No nunca dito
Que se faz eco
na melodia
Que esconde
o teu grito
nesse estranho sentimento
Que se faz elevar
Nesse estar bem atento
Aonde poisas
Esse teu ser
ao amar
E nesse olhar
Deixar entrar
Qual esse quarto velado
Tudo o que se tenha dito
Assim qual inventado
E sem deixar levar
A luz do já sonhado
Pintar de cores novas
Esse antigo requadro
Dar asas à paixão
Nessa emoção de cenário
E nesse momento
O mais simples
Ora mais amargo
Traçar linhas
Subtis
Iluminadas
Pelas horas tão bem passadas
Nas que entre o espaço e o tempo
Assim sempre navegavas…
(e sabias que voltavas)
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