História de um Poema - IV - alegria e tristeza - emoção, sentimento - devoção

E o tempo se pinta de branco

 

Para o preencher devagar

Com linhas de letras imaginadas

Com sonhos dessas antigas alvoradas




Nessas vertentes

em nós cravadas

Assim desatadas

 

Pelas avalanches de lágrimas

Tão contidas como sonhadas

 

Alegrias vespertinas

Tristezas ignoradas

Sonhos de amarguras cuidadas

Plantadas na noite mais fria

Filhas do estio lembradas




Nesses momentos de estiva

Recolhidas

Assim sendo bem-amadas
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