Memória de um rio
MARIA DE FATIMA FERREIRA RODRIGUES
Rio que abracei a nado
Me acolhes inteira
Desde a minha Ribeira
És por mim amado !
De longe ouço os teus brados
Te navego à vela
e escuto os teus ecos da minha janela
... sons tão afinados !
Quando o ausculto ao vento
Sinto uma calmaria
Que sem ti não viria
Com tamanho alento !
Pensas que És somente
Um andante líquido
a desaguar fluido
um mero rio corrente ? !
Em mim tua memória tudo evoca
lembranças tão cálidas
postas em camadas
fábulas inequivocas !
(Em homenagem ao Rio Cariús- Nova Betânia_ Distrito de Farias Brito, Ceará, rio da minha infância, que me acompanha todos os dias)
Fátima Rodrgues.
Me acolhes inteira
Desde a minha Ribeira
És por mim amado !
De longe ouço os teus brados
Te navego à vela
e escuto os teus ecos da minha janela
... sons tão afinados !
Quando o ausculto ao vento
Sinto uma calmaria
Que sem ti não viria
Com tamanho alento !
Pensas que És somente
Um andante líquido
a desaguar fluido
um mero rio corrente ? !
Em mim tua memória tudo evoca
lembranças tão cálidas
postas em camadas
fábulas inequivocas !
(Em homenagem ao Rio Cariús- Nova Betânia_ Distrito de Farias Brito, Ceará, rio da minha infância, que me acompanha todos os dias)
Fátima Rodrgues.
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