Espirais II
Nesse calor mais do que quente
Nesse irradiar entre a gente
E plantar
letras de sonho
E deixar-se
Levar
Qual a folha no vento
Pairar
Quais remansos
de águas claras
Refletir
Sem deixar ir
Esse momento
a se partilhar
Quais vagas
nas marés
A teus pés
Sibilando
Lambendo
Tocando
Suavidades
Serenas mocidades
Que se trazem ao luar
Vestidas
Em danças esquecidas
Entre os céus a cintilar
Essas mesmas
flores garridas
Silvestres
E nascidas
Nesse teu peito
Devagar
Qual alento
Que se partilha
Ao de perto
Qual nos humilha
Para se mostrar
Nessa humildade
Da certeza
Dessa terra
que nos preza
Nesse irradiar entre a gente
E plantar
letras de sonho
E deixar-se
Levar
Qual a folha no vento
Pairar
Quais remansos
de águas claras
Refletir
Sem deixar ir
Esse momento
a se partilhar
Quais vagas
nas marés
A teus pés
Sibilando
Lambendo
Tocando
Suavidades
Serenas mocidades
Que se trazem ao luar
Vestidas
Em danças esquecidas
Entre os céus a cintilar
Essas mesmas
flores garridas
Silvestres
E nascidas
Nesse teu peito
Devagar
Qual alento
Que se partilha
Ao de perto
Qual nos humilha
Para se mostrar
Nessa humildade
Da certeza
Dessa terra
que nos preza
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