SE
Gabriela Vieira
1 min min de leitura
Se o meu pensar outrora fosse entregar, e não tentar, nem procurar...
Como tem sido o sincronico da vida,
Abrindo-se a mim em verdade e gentileza para com meu sentir...
Se o meu sentir outrora fosse respeito, e não tentar, nem procurar...
Como tem se mostrado o tempo,
Abrindo-se a mim em descanso e produtividade para com meu agir...
Se o meu agir fosse paciente, e não tentar, nem procurar...
Como tem sido os momentos de introspecção,
Abrindo-se a mim em inspiração e reflexão para com você, que também sou eu...
Hoje não seria, tudo o que foi.
Mas, se é afinal, o que viveu?
Ou deixa-se ser o que viveu?
Como tem sido o sincronico da vida,
Abrindo-se a mim em verdade e gentileza para com meu sentir...
Se o meu sentir outrora fosse respeito, e não tentar, nem procurar...
Como tem se mostrado o tempo,
Abrindo-se a mim em descanso e produtividade para com meu agir...
Se o meu agir fosse paciente, e não tentar, nem procurar...
Como tem sido os momentos de introspecção,
Abrindo-se a mim em inspiração e reflexão para com você, que também sou eu...
Hoje não seria, tudo o que foi.
Mas, se é afinal, o que viveu?
Ou deixa-se ser o que viveu?
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