Sentindo os sentidos
Sentidos
Apurados
Entretecidos
Vivos
E aguçados
Que nos levam
A ver
Por entre os cortinados
Desse algo a se querer
Desse ir além
Do entender
E saber bem
Também
O sentir
Desse algo intenso
O bulir
Desse lamento
Que levamos por dentro
O ir
Suave e lento
Barca que navega por dentro
Vela levantada,
entre tudo ou nada
Pela brisa ou alento
Maré ou maresia
Sentido que nos embala
Nos leva e nos guia
A seguir
A perseverar
A deixar fluir
Sem se apagar
Essa chama
liquefeita
Essa melodia
mais que perfeita
Que nos é entregue
Por ser algo leve
Para se partilhar
E depois, deixar-se levar
Nesse momento intenso
Depois desse algo ileso
Que feriu
o coração por dentro
E se deixou vogar no tempo
E escorreu pelo ser adentro
Até se deixar agarrar
Nesse entrever de relance
Nesse mais sublime romance
Do instante
Com seu tempo
Do sorriso
No olhar atento
E no firmamento
Iluminado
O ser alado
poisado
Por tão bem
se ter amado…
Cada instante
Eternidade
Cada sentido
Assim feito verdade
Apurados
Entretecidos
Vivos
E aguçados
Que nos levam
A ver
Por entre os cortinados
Desse algo a se querer
Desse ir além
Do entender
E saber bem
Também
O sentir
Desse algo intenso
O bulir
Desse lamento
Que levamos por dentro
O ir
Suave e lento
Barca que navega por dentro
Vela levantada,
entre tudo ou nada
Pela brisa ou alento
Maré ou maresia
Sentido que nos embala
Nos leva e nos guia
A seguir
A perseverar
A deixar fluir
Sem se apagar
Essa chama
liquefeita
Essa melodia
mais que perfeita
Que nos é entregue
Por ser algo leve
Para se partilhar
E depois, deixar-se levar
Nesse momento intenso
Depois desse algo ileso
Que feriu
o coração por dentro
E se deixou vogar no tempo
E escorreu pelo ser adentro
Até se deixar agarrar
Nesse entrever de relance
Nesse mais sublime romance
Do instante
Com seu tempo
Do sorriso
No olhar atento
E no firmamento
Iluminado
O ser alado
poisado
Por tão bem
se ter amado…
Cada instante
Eternidade
Cada sentido
Assim feito verdade
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