Estátuas entre o arvoredo
A árvore e a estátua
Lado alado
Uma de ramagens
apontadas
Ao céu elevado
Pairando ao som do vento
Dançando suave e lento
E entregando
Sombra a um ser qualquer
Uma folha, uma flor a se escolher
E essa estátua
A seu lado - varada
Pelas raízes do tempo
Assim levantada
Braço em pose desse imperar
E nessa graça
Que luz e chuva e vento refaça
Ao voltar a fazer
Sua forma ceder
Uma e outra se entreteciam
Nesse parque onde jaziam
Entre tantas outras
A se ver passar
E quem as olhava
Uma e a outra
Fotografava
Ainda que ambas levasse
Por dentro
Para evocar
Se sentisses essa graça imensa
Mais além do que se sente e pensa
Y voltasses a idealizar
Esse sonho ameno
Que se sopesa no segredo
Esse abraço pleno
Que nos toca além do medo
Esse olhar iluminado
Reflexo de vida que nos é dado
E esse partilhar
Lado alado
Um tempo um lugar
Esse algo mais humano
De se estar perto e notar
Calor e vida irradiando
A melodia que nos vai unificando
Esse ir gerando
Pontes de se estar ao perto
Até assentir
Sem sequer pensar
E sentir amenidade
E verdade
Que antes estava à espera
De nos poder tocar
Lado alado
Uma de ramagens
apontadas
Ao céu elevado
Pairando ao som do vento
Dançando suave e lento
E entregando
Sombra a um ser qualquer
Uma folha, uma flor a se escolher
E essa estátua
A seu lado - varada
Pelas raízes do tempo
Assim levantada
Braço em pose desse imperar
E nessa graça
Que luz e chuva e vento refaça
Ao voltar a fazer
Sua forma ceder
Uma e outra se entreteciam
Nesse parque onde jaziam
Entre tantas outras
A se ver passar
E quem as olhava
Uma e a outra
Fotografava
Ainda que ambas levasse
Por dentro
Para evocar
Se sentisses essa graça imensa
Mais além do que se sente e pensa
Y voltasses a idealizar
Esse sonho ameno
Que se sopesa no segredo
Esse abraço pleno
Que nos toca além do medo
Esse olhar iluminado
Reflexo de vida que nos é dado
E esse partilhar
Lado alado
Um tempo um lugar
Esse algo mais humano
De se estar perto e notar
Calor e vida irradiando
A melodia que nos vai unificando
Esse ir gerando
Pontes de se estar ao perto
Até assentir
Sem sequer pensar
E sentir amenidade
E verdade
Que antes estava à espera
De nos poder tocar
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