Escritas

Das usinas da vida no fragor do tempo

AurelioAquino
usineiro da vida
quem se engane
a dizer do homem
o que lhe tange

porque de rês assim caiba
a magra intransigência
de consumir-se avaro
num mar de opulência

usineiro da morte
quem assim garante
uma vida engastada
num desvão do horizonte

dão-se como bastantes
usineiros do futuro
nas vidas que amontoam
derrubando todos os muros
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