das vertentes coronárias da dor
AurelioAquino
ah! esse meu peito
que balança
e que sente mais
do que é preciso
a esperança
e que porque sinta
deixe-me assim desavisado
de que a vida é só um tempo
que nem sempre é tarde
e nunca me perceba
como se recebe
essa mania inata
de sofrer em tese
que balança
e que sente mais
do que é preciso
a esperança
e que porque sinta
deixe-me assim desavisado
de que a vida é só um tempo
que nem sempre é tarde
e nunca me perceba
como se recebe
essa mania inata
de sofrer em tese
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