À beira da Ribeira



Tarda o dia esquecido no poente a sul
Cativo no espaço o tempo não tarda anoitece
Incansável e viçoso o silêncio agradece e prevalece

Da Ribeira pra lá navega um rio esbelto e elegante
Perdido de afetos marulha apaixonado e fluidificante
Sorrateiramente converte cada palavra numa prece sonante

Frederico de Castro
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