Escritas

Melancólica escuridão

Frederico de Castro


É sublime a metamorfose de fluorescências esplêndidas
Sua resplandecência admoesta tantas escuridões expeditas
Um delírio quântico ignifica a noite chegando fiel e inaudita

Resta àquele silêncio amblíope tatear a luz escondida entre
As trincheiras do tempo defraudado e inexprimivelmente flagelado
Resta à escuridão omnisciente fecundar este poente monstruoso e indultado

Frederico de Castro
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