Mente maravilhosa
Frederico de Castro

Uma fluorescência excedentária pousou no parapeito
Do tempo organicamente fiel, altruísta e gregário
Cada hora alimenta uma iguaria de preces solitárias
Dois imensos universos expandem-se na obliquidade
Do silêncio etéreo, magnânimo…quase,quase totalitário
Ali a esperança sei que cobiça um eco matreiro e sumário
Ah…cheia de gula a memória uiva e farfalha tão solidária
As saudades latentes usurpam esta solidão quase hereditária
Dilui-se a fé ajoelhada aos pés das palavras preciosamente prioritárias
Frederico de Castro
Comentários (1)
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namastibet
2020-12-14 09:12
muito bom, os meus parabéns
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