dois mil e vinte
DOIS MIL E VINTE
Dias tristes e longos que demoram passar
Ano que não vai embora e insiste em machucar
Horas eternas que sobra tempo para pensar
Pensar que tudo poderia ser diferente
Se uma única ação pudesse mudar.
Mas, passados não se mudam
No presente se colhe o que já se plantou.
Pro futuro apenas esperar
Mudando o que no agora eu plantar.
Faltam poucos dias
Dias tristes e longos que demoram passar
Para dar tchau a este ano que não vai embora
E insiste em machucar.
E num último lampejo da minha fé
Minhas esperanças no futuro renovar.
Nossa que ano é este
Que até trancado tive que ficar
Longe de todos fisicamente
Longe do meu amor, só no meu interior.
E solitário vou seguindo este ano
Que não vai embora, com dias tristes e longos
Que demora passar.
Confiante que tudo vai mudar
E quem sabe meu amor resgatar.
Hoje como um agricultor
Planto a gratidão o arrependimento e o eterno aprendizado
Que errar é humano
E não vou insistir em errar
Porque todos merecem o perdão
E em paz com sua alma ficar.
Dias tristes e longos que demoram passar
Ano que não vai embora e insiste em machucar
Horas eternas que sobra tempo para pensar
Pensar que tudo poderia ser diferente
Se uma única ação pudesse mudar.
Mas, passados não se mudam
No presente se colhe o que já se plantou.
Pro futuro apenas esperar
Mudando o que no agora eu plantar.
Faltam poucos dias
Dias tristes e longos que demoram passar
Para dar tchau a este ano que não vai embora
E insiste em machucar.
E num último lampejo da minha fé
Minhas esperanças no futuro renovar.
Nossa que ano é este
Que até trancado tive que ficar
Longe de todos fisicamente
Longe do meu amor, só no meu interior.
E solitário vou seguindo este ano
Que não vai embora, com dias tristes e longos
Que demora passar.
Confiante que tudo vai mudar
E quem sabe meu amor resgatar.
Hoje como um agricultor
Planto a gratidão o arrependimento e o eterno aprendizado
Que errar é humano
E não vou insistir em errar
Porque todos merecem o perdão
E em paz com sua alma ficar.
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