O ser humano é extenso demais para ser definido, mas existe camadas ontológicas que o define mesmo em sua inconstância e variedade, mas isso é assunto filosófico. Arrisco afirmar, porém, que, num sentido “poético”, o ser humano é um “universo” imensurável e cheio de “mundos” caóticos, em galáxias harmônicas em suas mais diversas infinitudes de personalidade e caráter.