Escritas

Dormir

CORASSIS


Vou dormir,sem desejo ainda
Tempestades na minha mente
Padecem meu juízo demente
A dor angustiante infinda


Pelo insano e grande cansaço.
Vida tirana se faz de estimação
Interrompe a pouca animação
Sem guarida, a vida nega o abraço


O calor humano inexistente
Preciso dormir e pretendo
Deixar assim a dor impotente


Incertezas nesta trajetória
Apenas sei, quem atira pedras
Tem uma estrada sem vitória