FILHOS (Reflexão)
FILHOS (Reflexão)
Ednaidegp
Já dizia um grande poeta:
_ Filhos! Melhor não tê-los. Depois que os têm é para o resto de nossas vidas...
Mas o que fazer diante da verdade? Depois que está gerado dentro de nossas entranhas? Crescendo, alimentando, protegido de todos os perigos? Sentindo cada movimento ou desconforto? O que nos resta fazer com esse novo ser que está vindo a não ser ama-lo?
Passamos por todos os tipos de provações nessa vida conforme nosso mérito, no entanto, nenhum chegará próximo ao de ser mãe. Nunca, jamais se poderá ter a ideia do que é ser mãe se não tiver realmente vivido essa experiência.
Dias e noites vencendo qualquer barreira, lutando de todas as formas, esteja de qualquer maneira física ou mental. A responsabilidade é tanta que não tem outra forma de desempenhar tal papel.
Um dia eles saem e ganham o mundo, tornam-se parte dessa liberdade, deixando aquele pequeno espaço do útero e vão vivenciando novas e grandes descobertas. Passando a não só ver aquela protetora, mas apenas um alguém que faz parte do seu habitat.
Outras pessoas chegarão a eles e de várias maneiras. Outras coisas terão mais valores, terão maior sentido naquilo que os convém.
Dura realidade! Pura verdade.
Um belo dia somos cobrado por tudo, por tudo que fazemos pelos filhos, e eles sem a menor compreensão ou menor esforço de entendimento, acreditam nos seus direitos e esquecem os seus deveres.
E quais serão os deveres? Será que amar seus pais acima de qualquer coisa é um dever? Retribuir com todo e qualquer esforço o que lhe foi de graça dado? Ou simplesmente pelo menos ser justo? Reconhecer e fazer por onde esse alguém tenha a dignidade de um final de vida tranquilo?
O que é ter responsabilidade? Eu não casei, não tenho filhos, não pedi pra nascer, não sou velho... E por ai se vão as questões no pensamento de quem se acha totalmente independente, que acredita não precisar de mais ninguém, passando por cima de tudo e de todos, a ponto de feri-los e esquecendo que poderá estar um dia em seu lugar.
Será que quando convivemos com alguém a nossa responsabilidade termina em nós mesmo? Ou será que diante do amor de Deus nossa responsabilidade é de tal tamanho que uma simples palavra de obrigada faz parte?
“Obrigado Mãe, por me amar, obrigado por tudo que de graça faz por mim, obrigado por seu amor incondicional, obrigado por ter me dado à vida, mas hoje eu te digo”:
_Se virá, eu não casei, não tenho filhos, por tanto a vida é sua, e quando você não tiver mais condições, não se preocupe, eu a coloco no asilo.
Ednaidegp
Já dizia um grande poeta:
_ Filhos! Melhor não tê-los. Depois que os têm é para o resto de nossas vidas...
Mas o que fazer diante da verdade? Depois que está gerado dentro de nossas entranhas? Crescendo, alimentando, protegido de todos os perigos? Sentindo cada movimento ou desconforto? O que nos resta fazer com esse novo ser que está vindo a não ser ama-lo?
Passamos por todos os tipos de provações nessa vida conforme nosso mérito, no entanto, nenhum chegará próximo ao de ser mãe. Nunca, jamais se poderá ter a ideia do que é ser mãe se não tiver realmente vivido essa experiência.
Dias e noites vencendo qualquer barreira, lutando de todas as formas, esteja de qualquer maneira física ou mental. A responsabilidade é tanta que não tem outra forma de desempenhar tal papel.
Um dia eles saem e ganham o mundo, tornam-se parte dessa liberdade, deixando aquele pequeno espaço do útero e vão vivenciando novas e grandes descobertas. Passando a não só ver aquela protetora, mas apenas um alguém que faz parte do seu habitat.
Outras pessoas chegarão a eles e de várias maneiras. Outras coisas terão mais valores, terão maior sentido naquilo que os convém.
Dura realidade! Pura verdade.
Um belo dia somos cobrado por tudo, por tudo que fazemos pelos filhos, e eles sem a menor compreensão ou menor esforço de entendimento, acreditam nos seus direitos e esquecem os seus deveres.
E quais serão os deveres? Será que amar seus pais acima de qualquer coisa é um dever? Retribuir com todo e qualquer esforço o que lhe foi de graça dado? Ou simplesmente pelo menos ser justo? Reconhecer e fazer por onde esse alguém tenha a dignidade de um final de vida tranquilo?
O que é ter responsabilidade? Eu não casei, não tenho filhos, não pedi pra nascer, não sou velho... E por ai se vão as questões no pensamento de quem se acha totalmente independente, que acredita não precisar de mais ninguém, passando por cima de tudo e de todos, a ponto de feri-los e esquecendo que poderá estar um dia em seu lugar.
Será que quando convivemos com alguém a nossa responsabilidade termina em nós mesmo? Ou será que diante do amor de Deus nossa responsabilidade é de tal tamanho que uma simples palavra de obrigada faz parte?
“Obrigado Mãe, por me amar, obrigado por tudo que de graça faz por mim, obrigado por seu amor incondicional, obrigado por ter me dado à vida, mas hoje eu te digo”:
_Se virá, eu não casei, não tenho filhos, por tanto a vida é sua, e quando você não tiver mais condições, não se preocupe, eu a coloco no asilo.
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