ESTRO-EMOÇÕES NÃO ENSINADAS
Aristides Jheronimus
Perene, Cruel e Triste Chuva
Vejo-me novamente nessa amargura, dor
O tempo me pediu para melhorar
Mas não posso, não posso andar novamente com seus passos
Forma-se esse lago de desespero em mim
Você me doou ao desespero, eu te quis
Você me tratou do jeito mais infeliz
Eu imaginei, eu desejei um desfecho diferente
Mas você tem um maldito iceberg nesse peito que já me foi leito e hoje, desfeito, detesto
"Eu apresentei-te o mar beijando o sol, te presenteei, te quis, te desenhei, você não se expressou do mesmo jeito"
Vou apagar-te do meu coração junto com os desenhos que eu tenho de ti
Hoje tenho memórias tuas espalhadas no tempo
Quem dera nunca as tivesse!
Você me fez desamar, você apagou o que de belo tive
Você tornou o respirar um calvário diário, você me marcou profundamente
É incrível como hoje já não vejo o horizonte
A minha visão de amor e arte você corrompeu
Você era a mais bela obra, você me marcou tanto
Você ancorou esse desespero em mim
Você secou o meu mar
Você...era o meu reflexo, tudo que eu tinha para sobreviver, minha alma, meu sorriso pela manhã.
Eu nunca desejei isto, quero murchos estes olhos
Nunca tive a chance de me defender
Eu me entreguei por inteiro
Você me deu a provar o fel
Você me magoou tanto
Você cravou em mim essa angustia
Essa lágrima cruel
Esses meus sorrisos escondem a revolta que sinto
O desejo de também te querer aos pedaços, te odiar como agora escrevo e no âmago faço...
Você nublou a minha vida, você me fez desamar!
Maldição!
Você me magoou, você me tornou nisso
Nesse ser triste e melancólico
Nunca tinha sentido sequer o peso de um adeus
Você quebrou a minha inocência
E eu tinha que protegê-la
E as saudades que me magoam me fazer chorar
Você não morreria por mim
Você me doou covardemente a este destino cruel
Jheronimus
Vejo-me novamente nessa amargura, dor
O tempo me pediu para melhorar
Mas não posso, não posso andar novamente com seus passos
Forma-se esse lago de desespero em mim
Você me doou ao desespero, eu te quis
Você me tratou do jeito mais infeliz
Eu imaginei, eu desejei um desfecho diferente
Mas você tem um maldito iceberg nesse peito que já me foi leito e hoje, desfeito, detesto
"Eu apresentei-te o mar beijando o sol, te presenteei, te quis, te desenhei, você não se expressou do mesmo jeito"
Vou apagar-te do meu coração junto com os desenhos que eu tenho de ti
Hoje tenho memórias tuas espalhadas no tempo
Quem dera nunca as tivesse!
Você me fez desamar, você apagou o que de belo tive
Você tornou o respirar um calvário diário, você me marcou profundamente
É incrível como hoje já não vejo o horizonte
A minha visão de amor e arte você corrompeu
Você era a mais bela obra, você me marcou tanto
Você ancorou esse desespero em mim
Você secou o meu mar
Você...era o meu reflexo, tudo que eu tinha para sobreviver, minha alma, meu sorriso pela manhã.
Eu nunca desejei isto, quero murchos estes olhos
Nunca tive a chance de me defender
Eu me entreguei por inteiro
Você me deu a provar o fel
Você me magoou tanto
Você cravou em mim essa angustia
Essa lágrima cruel
Esses meus sorrisos escondem a revolta que sinto
O desejo de também te querer aos pedaços, te odiar como agora escrevo e no âmago faço...
Você nublou a minha vida, você me fez desamar!
Maldição!
Você me magoou, você me tornou nisso
Nesse ser triste e melancólico
Nunca tinha sentido sequer o peso de um adeus
Você quebrou a minha inocência
E eu tinha que protegê-la
E as saudades que me magoam me fazer chorar
Você não morreria por mim
Você me doou covardemente a este destino cruel
Jheronimus
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