Montanhas azuis
Frederico de Castro

No palanque celestial irrompe a luz prenhe de
Esplendorosas emoções excelsas e sensoriais
Escorre pela montanha um pachorrento eco curial
Nas encostas do tempo plantam-se metáforas confidenciais
Resvala pelas falésias um vertiginoso lirismo tão torrencial
Desenha a geométrica grandeza de cada carícia quase sobrenatural
Frederico de Castro
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