Entre cascatas



Entre cascatas pasta a vida acalentada por
Uma magistral orquestra de ilusões apaixonadas
Desagua destilada por emoções cordialmente desvairadas

Esquecido nas margens do tempo carente e acanhado
Flui o silêncio absurdo e impreterivelmente asfixiado
Profana cada eco mórbido, flácido e tão rechaçado

Quais artérias deambulando nesta aquífera solidão
A vida recauchutada transfunde no tempo a réplica ímpar
De uma luminescência abençoada, etérea…tão afortunada

Frederico de Castro
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