REVIVER
Iêda Maria Castro
Eu já fui sobrado
Já fui soberbo
Meus azulejos vieram de Portugal
Berço do Saber
Eu era o símbolo de outrora
Mas que desvalio
Me encontro sozinho
Meus azulejos não tem valia?
Sou arquitetônico
Sou patrimônio
Hoje sou aquele que passa e NÃO se importa
Sou desleixo
Sou passado
Sou um simbolo ocupado
por quem não sabe que amar é preservar
Já fui soberbo
Meus azulejos vieram de Portugal
Berço do Saber
Eu era o símbolo de outrora
Mas que desvalio
Me encontro sozinho
Meus azulejos não tem valia?
Sou arquitetônico
Sou patrimônio
Hoje sou aquele que passa e NÃO se importa
Sou desleixo
Sou passado
Sou um simbolo ocupado
por quem não sabe que amar é preservar
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