Do poema e da luta em concisão
AurelioAquino
que o poema
não se constranja
em embrenhar-se na luta
que se tanja
que a luta
não se engane
que o poema é bandeira
de tremular pelo sangue
é que poema e luta
derramados nas ruas
são duas armas do homem
um atiça a verdade
que a outra consome.
não se constranja
em embrenhar-se na luta
que se tanja
que a luta
não se engane
que o poema é bandeira
de tremular pelo sangue
é que poema e luta
derramados nas ruas
são duas armas do homem
um atiça a verdade
que a outra consome.
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