ELEITOR

Pobre homem que veleja

No mar da especulação

O dedo dono da verdade

Decide o rumo da nação.

 

Sem poder ficar de fora

Mesmo com a decepção

Escolheu a maior parte

Destino incerto da nação.

 

Rezo eu escarnecido

Que tenhas tu toda razão

Tomara eu estar errado

Do futuro da nação.

 

Mas se caso tua certeza

Trouxer desilusão

Não serei eu implacável

Faço parte dessa nação.
105 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.