Ponta

Na ponta do lapís
Que pousa no papél
No manchar da tela
A curva do pincél

Na língua que se codifica
Meu código é poesia
Pra fazer sentir
O que para os outros não tem sentido
Para fazer chorar e sorrir
Um lugar, seu abrigo

Dose de tempo no relógio parado
Mente aberta, coração fechado
Ponta de lança
No estranho, estrangeiro
Ponta da flexa
Cupido certeiro
 
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