Morte! Fim?
A morte se revela como ceifadora de vontades
Combate aos sonhos de meus queridos
Em sua sina, prevalece a crueldade
Neste tempo fugaz, não há ninguém que escape.
Pensamentos fúteis, pensamentos humanos
Imaginam que o fim se anuncia
Após longos vividos anos
Deitado em caixa, sem qualquer companhia.
Para quem tem fé e acredita
A morte perde relevância
Ela ataca, mas à nada finda
Seus planos, a alegria em vossas vidas.
Perdem relações, irmãos e amigos
A morte, sim, acontece
Mas à própria vida, não traz perigos
Até que a dor da perda cesse.
Sim, a dor é inevitável e a morte é certa
No espírito fere, o coração desfalece
Sua esperança o ressuscita, pois é garantido
Que além, há outra vida.
Combate aos sonhos de meus queridos
Em sua sina, prevalece a crueldade
Neste tempo fugaz, não há ninguém que escape.
Pensamentos fúteis, pensamentos humanos
Imaginam que o fim se anuncia
Após longos vividos anos
Deitado em caixa, sem qualquer companhia.
Para quem tem fé e acredita
A morte perde relevância
Ela ataca, mas à nada finda
Seus planos, a alegria em vossas vidas.
Perdem relações, irmãos e amigos
A morte, sim, acontece
Mas à própria vida, não traz perigos
Até que a dor da perda cesse.
Sim, a dor é inevitável e a morte é certa
No espírito fere, o coração desfalece
Sua esperança o ressuscita, pois é garantido
Que além, há outra vida.
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