Torpe

É demasiado torpe
Demasiada morte de pensamentos
Honrada marencoria eduardina
Que me faz pensar que não.
Faz levantar estas águas
Em nobre Ínsula fraternal
Que entre História e monstrengos
Já não vislumbro caminho algum

Entre o que foi e o que é
Como o congelar de um Tempo
Vejo em mim O Antepassado
Revejo em mim o sentimento
Revelação da Loucura
E dou sentido ao Elogio.
Antes viver cego numa cor minha
Que falar sem própria língua
Que servir em gris vazio.

Já não vislumbro caminho algum
Que entre História e monstrengos
Em nobre Ínsula fraternal
Faz levantar estas águas
Que me faz pensar que não.
Honrada marencoria eduardina
Demasiada morte de pensamentos
É demasiado torpe…
(Em revertida surdina)
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