Escritas

Poema de circunstância II

AurelioAquino
nada é nunca.
tudo é tanto

e tão sempre
que muda
como a fome guardada
nos sonhos de quem luta.
 
de repente

assim por descuido

o tempo atravessa a manhã
em largo curso

e decreta a liberdade

pelos ombros do futuro.
81 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.