XÊNON
Paulo Sérgio Rosseto
Intensa luz de aquarela
Que sobressalta e invade a vidraça
Translucida a penumbra e a membrana
Separando um sopro de brisa
Que emoldura esse olhar da janela
As cores todas amolecidas de calor
As cores todas adormecidas de frio
As cores todas congeladas no breu
Todas as cores intensas por serem
Eternamente da mesma natureza de cor
Não há a mais bela
Todas vêm na mesma direção
Declarar-se imaculadamente puras
Que culpa resiste a essa fotografia exposta
Se não há pergunta nem em vão a procura
Quando em cada retina dá-se o milagre involuntário
Da mistura dos sentimentos e sonhos
Explode cega a fé na profusão da luz da íris disposta
Então na natureza do raio se vê os olhos de Deus
Acendendo a luz da consciência por resposta
www.psrosseto.com.br
Que sobressalta e invade a vidraça
Translucida a penumbra e a membrana
Separando um sopro de brisa
Que emoldura esse olhar da janela
As cores todas amolecidas de calor
As cores todas adormecidas de frio
As cores todas congeladas no breu
Todas as cores intensas por serem
Eternamente da mesma natureza de cor
Não há a mais bela
Todas vêm na mesma direção
Declarar-se imaculadamente puras
Que culpa resiste a essa fotografia exposta
Se não há pergunta nem em vão a procura
Quando em cada retina dá-se o milagre involuntário
Da mistura dos sentimentos e sonhos
Explode cega a fé na profusão da luz da íris disposta
Então na natureza do raio se vê os olhos de Deus
Acendendo a luz da consciência por resposta
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