JOIA SEM APREÇO

Depois daquilo tudo
Mal consigo olhar em teu rosto
Depois de tantos absurdos
O que se assenhoreia de mim é desgosto
Feridas mal curadas
De um passado não resolvido
Memórias relembradas
Que do coração não há despido
Qual a minha culpa nisso tudo
Para suportar tanta estupidez?
Não fui eu quem transtornou seu mundo
Entrar nele foi tremenda insensatez
Escondeste-me amarguras profundas
E as descarrega em mim inocente
Não mereço tuas crises iracundas
Muito menos esperar que eu fique doente.
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