no rio que no meu íntimo corre...
no rio que no meu íntimo corre
no rio que no meu íntimo corre,
desperto na margem, ansiosa,
recordando este amor que não morre.
com sede de prazer quase ali à mão
logo as bocas que se adivinham
e devoram, entram no fragor da festa
e eu sonhadora deixo cair a primeira
lágrima de resignação...
e é a imagem da tua face retida
que me leva, a este sonho de ilusão.
esfuma-se o pensamento lentamente
como nuvem que passa,
e enquanto o sonho me abraça,
o tempo, arranca a venda dos meus olhos
e lembra coisas esquecidas no vazio da mente
esquecida ainda que não de tudo,
vivo neste silêncio mudo
que afugenta meus cálidos anos
e, aqui fico cruzando o teu olhar longínquo
já não sou a que me nega,
mas sou a que ao amor ainda se apega!
abre uma brecha na memória
lembrando nossas bocas que de beijos se devoravam
e logo nossos corpos se aprisionavam,
perdidos no mais intenso amor.
natalia nuno
rosafogo
no rio que no meu íntimo corre,
desperto na margem, ansiosa,
recordando este amor que não morre.
com sede de prazer quase ali à mão
logo as bocas que se adivinham
e devoram, entram no fragor da festa
e eu sonhadora deixo cair a primeira
lágrima de resignação...
e é a imagem da tua face retida
que me leva, a este sonho de ilusão.
esfuma-se o pensamento lentamente
como nuvem que passa,
e enquanto o sonho me abraça,
o tempo, arranca a venda dos meus olhos
e lembra coisas esquecidas no vazio da mente
esquecida ainda que não de tudo,
vivo neste silêncio mudo
que afugenta meus cálidos anos
e, aqui fico cruzando o teu olhar longínquo
já não sou a que me nega,
mas sou a que ao amor ainda se apega!
abre uma brecha na memória
lembrando nossas bocas que de beijos se devoravam
e logo nossos corpos se aprisionavam,
perdidos no mais intenso amor.
natalia nuno
rosafogo