Escritas

JARDINS INSÍPIDOS

Paulo Faria
Entre caminhos doces e agrestes
Caminhei disseminando a felicidade
Entre juras e promessas de amor
Por jardins estéreis insípidos
O vento era minha companhia...
Nas minhas jornadas de esperança
Numa busca incansavel de puros sentimentos
Meu corpo cansado da mente vergava.
Em noites sombrias e estreladas
Colhi as gotículas carentes de amor
Soltas do jardim de meus olhos
Alimentando as rosas padecidas incolores.
Uni o sol e a lua na tela da minha vida
Creditando a fonte do impossivel 
E, dando asas a todo este meu querer
Fiz de ti o meu sentido sem rumo de viver.

In "Palavras Guardadas"
Paulo Faria



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