FOLHAS SOLTAS
Paulo Faria
Nas amenas noites de outono
Sentados de mãos dadas num alpendre
Contemplamos a lua a espelhar no mar
Sentindo uma brisa suave
Que em remoinho embala as folhas
Desprendidas das arvores
Por nós em tempos plantadas
Cada folha solta...
É um pedaço da nossa vida
Folhas que surgem e depois caiem
Para de novo desabrocharem com mais vigor
Na imensidão do céu avistamos
Uma nuvem cristalina solitária
Em forma de um pequeno anjo
Deslizando suavemente e cálida.
De forma isocrônica...cruzamos o olhar
Abraço-te.
Sinto a tua respiração ao meu ouvido.
Escutando as palavras que não dizes
Abraçadas às minhas reveladas no meu olhar
Sorris de felicidade...
Nada de mais belo existe
Que a paz no brilho do teu olhar.
In "Palavras Guardadas"
Paulo Faria
Sentados de mãos dadas num alpendre
Contemplamos a lua a espelhar no mar
Sentindo uma brisa suave
Que em remoinho embala as folhas
Desprendidas das arvores
Por nós em tempos plantadas
Cada folha solta...
É um pedaço da nossa vida
Folhas que surgem e depois caiem
Para de novo desabrocharem com mais vigor
Na imensidão do céu avistamos
Uma nuvem cristalina solitária
Em forma de um pequeno anjo
Deslizando suavemente e cálida.
De forma isocrônica...cruzamos o olhar
Abraço-te.
Sinto a tua respiração ao meu ouvido.
Escutando as palavras que não dizes
Abraçadas às minhas reveladas no meu olhar
Sorris de felicidade...
Nada de mais belo existe
Que a paz no brilho do teu olhar.
In "Palavras Guardadas"
Paulo Faria
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