Dos virtuais autômatos da inconsciência
AurelioAquino
primeiro
é dada ao incauto
a ilusão de que comanda
os seus dados
fluem argumentos
pretensos fatos
a mídia cobre de favores
o desinformado
em poses graves
a informação pontua
tudo que os senhores
querem das ruas
o desinformado
já não discursa
veste a camisa
de uma verdade
que nem é sua
e a abraça
com a sofreguidão
de quem utiliza a vida
à contramão
tudo que não
é seu é seu refrão
então o moderno
é ser latente
estar sempre num trânsito
diferente
o homem passa a cursor
dos mouses de quem nem sente
bebe os bites transversos
de uma verdade incoerente
aquilo que é a paz
bebe a guerra
de repente
engenheiro ineficaz
o incauto nem pressente
que a base da construção
é sua vida inconsequente
e a democracia é apenas
uma palavra morta
e incoerente.
é dada ao incauto
a ilusão de que comanda
os seus dados
fluem argumentos
pretensos fatos
a mídia cobre de favores
o desinformado
em poses graves
a informação pontua
tudo que os senhores
querem das ruas
o desinformado
já não discursa
veste a camisa
de uma verdade
que nem é sua
e a abraça
com a sofreguidão
de quem utiliza a vida
à contramão
tudo que não
é seu é seu refrão
então o moderno
é ser latente
estar sempre num trânsito
diferente
o homem passa a cursor
dos mouses de quem nem sente
bebe os bites transversos
de uma verdade incoerente
aquilo que é a paz
bebe a guerra
de repente
engenheiro ineficaz
o incauto nem pressente
que a base da construção
é sua vida inconsequente
e a democracia é apenas
uma palavra morta
e incoerente.
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