Maquina de Turing

Canceriano hiperativo, se não planejo, improviso
Aos conservadores não peço desculpas
Emancipação só vem com luta

Eu e ela juntos é tipo zumba
Hipnotizado naquela bunda
Um ser irônico, poeta platônico
Distribuo versos num formato cômico

Me perdendo em pensamentos, mas deve ser só brisa minha
Se for pegar, um bong  da FAB, toma cuidado com a cocaína

Poesia e ritmo, mas que dilema
Eu nem decoro meu próprio poema
Eu saio versando em demasia
E vê se aprende, a vida é poesia

Vivo uma viagem, não preciso de passaporte
E nem comprei passagem, a vida me leva, só poesia na bagagem

Escolhi ser feliz agora idependente da situação,
Não nasci pra ser o mocinho, nem herói muito menos um vilão
Nasci pra liderar o bonde, instigar a multidão  
Ser cabeça na lua e pé no chão, conseguir versar
A capela e no som do paredão, brincando com as palavras
Como se fosse o jogo da imitação.
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Comentários (2)

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davison
2020-09-08

Obrigado

helderduarte
2020-09-08

Belo poema!