Gestos

Frederico de Castro
Frederico de Castro
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Quase no fio da navalha o silêncio esfaqueia
A noite que embebedada fenece…ah tão saciada
Vale um gesto ou mais que uma caricia viciada

Neste frenesim de desejos e afagos desvairados
Despem-se e domesticam-se sonhos potenciados
Quão intermináveis se tornaram tantos beijos aliciados

Na imprevisibilidade do tempo que escorre instável
Engendro um verso apaixonado, subtilmente versátil
Em conluio com um cósmico e apaziguante eco insaciável

Frederico de Castro
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2020-08-20

Parabéns!