Abençoa os meus olhos com os teus
rianribeiro
Abençoa os meus olhos com os teus,
Não venha, oh amada, os condenar,
Porque, se de mim, desvia teu
olhar,
É que me encena mudo o teu adeus.
Onde vou eu achar olhos como os teus?
Tão puros, tão castos e sem
fim,
não me apresente a dor a tira-los de mim,
que eu me recuso a andar como quem já morreu.
Não venha, oh amada, os condenar,
Porque, se de mim, desvia teu
olhar,
É que me encena mudo o teu adeus.
Onde vou eu achar olhos como os teus?
Tão puros, tão castos e sem
fim,
não me apresente a dor a tira-los de mim,
que eu me recuso a andar como quem já morreu.
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