Fugia...
A poesia de JRUnder
Fugia,
Precisava sair dali, precisava respirar...
Outro ar, outro mar. Precisava mudar!
Agora as lembranças eram fortes, latentes.
Não tinha como ser indiferente... Precisava ir.
Chorava.
E era um choro tão forte, como se antecedesse a morte.
Talvez não contasse mais com a sorte. Estava só.
No pranto talvez encontrasse uma força, um consolo...
Motivos tinha de sobra. Hora de agir!
Pensava.
Promessas de ontem, juras de amor.
Jamais poderia imaginar que a dor, um dia faria sofrer.
Anseios desfeitos, não tinha mais jeito...
A vida de sonhos, estava por morrer.
Rezava.
Pedia aos céus que lhe permitissem ter um recomeço!
Deixar para trás todo o malfeito e a perdida paixão.
Buscaria a paz, buscaria ajuda, buscaria atenção.
E quem sabe um alento, para o seu coração.
Sentia.
As marcas Do corpo agredido, do corte na carne.
Feridas abertas e o sangue na alma,
Com calma, iriam se fechar, findando o sofrer
Para que nunca mais, voltassem a doer.
Para sempre.
Ficaria a lição e talvez a ilusão
De que tudo poderia ter sido diferente.
Ficaria um sentimento de culpa,
Aquela que nunca foi, mas ficou gravada na mente.
Precisava sair dali, precisava respirar...
Outro ar, outro mar. Precisava mudar!
Agora as lembranças eram fortes, latentes.
Não tinha como ser indiferente... Precisava ir.
Chorava.
E era um choro tão forte, como se antecedesse a morte.
Talvez não contasse mais com a sorte. Estava só.
No pranto talvez encontrasse uma força, um consolo...
Motivos tinha de sobra. Hora de agir!
Pensava.
Promessas de ontem, juras de amor.
Jamais poderia imaginar que a dor, um dia faria sofrer.
Anseios desfeitos, não tinha mais jeito...
A vida de sonhos, estava por morrer.
Rezava.
Pedia aos céus que lhe permitissem ter um recomeço!
Deixar para trás todo o malfeito e a perdida paixão.
Buscaria a paz, buscaria ajuda, buscaria atenção.
E quem sabe um alento, para o seu coração.
Sentia.
As marcas Do corpo agredido, do corte na carne.
Feridas abertas e o sangue na alma,
Com calma, iriam se fechar, findando o sofrer
Para que nunca mais, voltassem a doer.
Para sempre.
Ficaria a lição e talvez a ilusão
De que tudo poderia ter sido diferente.
Ficaria um sentimento de culpa,
Aquela que nunca foi, mas ficou gravada na mente.
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