Escritas

Ponto de partida (informal)

A poesia de JRUnder
Quando morrem as expectativas, morremos nós...
Talvez isso explique as grandes mudanças que ocorrem com aqueles que viveram a certeza da morte...

Que não veio!

É que daí para a frente, viver passa a ser urgente!
É que daí, passamos a viver a prorrogação da partida.
O placar parou empatado e é preciso continuar a jogar!

Talvez vencer a sorte. Quem sabe ir rumo ao norte onde o fim está de mãos dadas com o começo...

Ou recomeço.

Corrigir erros, olhar o céu e imaginar o infinito.
Olhar o feio e lhe imaginar muito bonito...
Olhar o que não se entende e entender o que somos: Pequenos demais para carregar prepotências e arrogâncias.

Na prorrogação, outra chance...

A última para dar tudo de si e superar a inércia e o desinteresse.
E compreender afinal que vencer é apenas um acaso.

O importante mesmo, é participar...
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