Sobre as asas frias da morte
rianribeiro
1 min min de leitura
Com graciosidade esperançosa e doce temperança,
Levanto hastes aos ventos da pampa, rugindo gladios as temerosas rosas, a fulgida perseverança das campas.
Como aurora imaculada e majestosa;
Como flores castas e vívidas,
Sôfregas a derramar a vida sobre a terra dolorosa.
Com grande espada poderosa cerro as garras da morte;
Mas ao rugir bravo leão, entrego aos céus meu coração a sangrar dum corte:
Malditos corvos espreitam-me a sorte, bebendo os vasos da sangrenta ferida, avermelhando em mim os véus da vida sobre as asas frias da morte.
Levanto hastes aos ventos da pampa, rugindo gladios as temerosas rosas, a fulgida perseverança das campas.
Como aurora imaculada e majestosa;
Como flores castas e vívidas,
Sôfregas a derramar a vida sobre a terra dolorosa.
Com grande espada poderosa cerro as garras da morte;
Mas ao rugir bravo leão, entrego aos céus meu coração a sangrar dum corte:
Malditos corvos espreitam-me a sorte, bebendo os vasos da sangrenta ferida, avermelhando em mim os véus da vida sobre as asas frias da morte.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.