LEIO-TE E SABOREIO-TE
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Meu amor leio-te e saboreio-te
Laços inquebráveis, brisas perfumadas
Flutuam na tua pele, beijos de ternura
Estrelas nos lábios na boca levitada do meu ser
Medos, anseios, sobem a eternidade
Acaricias o meu corpo, tantas vezes ausente
Ausente de mim, juras em silêncio
Nos caminhos ao vento, tempestades conhecidas
Na solidão da noite, transparência nas asas
Onde a magia, foge e impede-me de dançar
Leio-te, saboreio-te. no fundo do meu peito
Palavras onde a alma encanta-se de desejo
Refúgio de laços na noite onde me elevo a ti
Eternidade feita em poemas de códigos indeferíveis
Meu amor leio-te e saboreio-te”
Laços inquebráveis, brisas perfumadas
Flutuam na tua pele, beijos de ternura
Estrelas nos lábios na boca levitada do meu ser
Medos, anseios, sobem a eternidade
Acaricias o meu corpo, tantas vezes ausente
Ausente de mim, juras em silêncio
Nos caminhos ao vento, tempestades conhecidas
Na solidão da noite, transparência nas asas
Onde a magia, foge e impede-me de dançar
Leio-te, saboreio-te. no fundo do meu peito
Palavras onde a alma encanta-se de desejo
Refúgio de laços na noite onde me elevo a ti
Eternidade feita em poemas de códigos indeferíveis
Meu amor leio-te e saboreio-te”
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