Pinceladas na noite



A esperança pincela a noite tão edulcorante
Separa todas as sílabas tónicas onde amara
A escuridão vaidosa, dengosa…quase chocante

Numa verborreia de palavras elegantes subsiste
Aquela conivente simbiose de emoções latentes
A poesia torna-se espontânea, criativa e penitente

E assim, cada breu utente deste silêncio dissonante
Chilreia entre tantos omissos ecos tão possantes, até
Mitigar mil e uma memórias famintas e contagiantes

Frederico de Castro
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