Escritas

DOCE MADRUGADA

Paulo Faria
Lembro-me do vento forte
Que soprava naquela doce madrugada
Do teu corpo...
Que se abrigava no meu
Dos beijos e das caricias...
E todas as coisas que ficaram por dizer
Questionei...
Sobre o que seria de nós
Do nada virou uma tempestade
Sem aviso prévio soltamos palavras furiosas 
Apagando os nossos momentos vividos
Mandaste-me embora...
Ficaste sentada na soleira da porta
Vendo-me desaparecer entre as gotas da chuva 
Caminhado questionei se algum dia voltaria
A saborear o sonho deste amor
Deverias saber...
Não vim para  te perder
Longe não quero ficar
Não vim para me descobrir
Vim pelo poder do amor

In "Palavras Guardadas"
Paulo Faria
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