Outra Vez
Outra vez
Não foi desta vez
O tempo oportuno talvez
Um tiquim assim faltou
O povo na ribanceira curiou
As chuvas nas cabeceiras
Aleatória sem eira nem beira
O poeta da chuva cantou
Na imprensa anunciou
Jaibaras vai sangrar
No centro Sobral vai alagar
Falta um, dois centímetro
A descola foi um perímetro
Na cabeceira a chuva caiu
No campo o sol sumiu
Açudes com carga total
Na roça, floriu o milharal
O gado no curral mungindo deu leite
A criança no seu deleite
Os campos enverdeados
E os pássaros encantados
As abelhas polinizando
O Jaçanã na lagoa cantando
A Asa Branca no sertão
Na aurora, a mansidão
O pescador na canoa
Coaxando vi a rã na lagoa
A garotada no rio
o cão latindo arredio.
Wilamy Carneiro
poeta sobralense
01.07.2020
Não foi desta vez
O tempo oportuno talvez
Um tiquim assim faltou
O povo na ribanceira curiou
As chuvas nas cabeceiras
Aleatória sem eira nem beira
O poeta da chuva cantou
Na imprensa anunciou
Jaibaras vai sangrar
No centro Sobral vai alagar
Falta um, dois centímetro
A descola foi um perímetro
Na cabeceira a chuva caiu
No campo o sol sumiu
Açudes com carga total
Na roça, floriu o milharal
O gado no curral mungindo deu leite
A criança no seu deleite
Os campos enverdeados
E os pássaros encantados
As abelhas polinizando
O Jaçanã na lagoa cantando
A Asa Branca no sertão
Na aurora, a mansidão
O pescador na canoa
Coaxando vi a rã na lagoa
A garotada no rio
o cão latindo arredio.
Wilamy Carneiro
poeta sobralense
01.07.2020
Português
English
Español