AS SOMBRAS NO NEVOEIRO
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Cobiçam a carne presa nos ossos
E a pequena voz está por um fio
Retalhos que trago na alma de frio
Já o coração se encontra queimado
Não me julguem, nem me condenem
Por não querer nesta vida amar mais
Silêncio da ramagem florido salgueiro
Olhos de fogo que livre quer voar
Hoje não morri no perfume dos sonhos
Mas parte de mim, sim essa morreu
Morreu entre as sombras no nevoeiro
Que faz lá em cima da serra ou no monte
E a pequena voz está por um fio
Retalhos que trago na alma de frio
Já o coração se encontra queimado
Não me julguem, nem me condenem
Por não querer nesta vida amar mais
Silêncio da ramagem florido salgueiro
Olhos de fogo que livre quer voar
Hoje não morri no perfume dos sonhos
Mas parte de mim, sim essa morreu
Morreu entre as sombras no nevoeiro
Que faz lá em cima da serra ou no monte
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