Escritas

Que Dó...

Frederico de Castro


A sublimação da musica e da poesia quando ressuscitam
Ali inexplicavelmente até o silêncio indelével suscitam
Onde um eloquente eco e tantos sonhos depois coabitam

Que Dó será este que piamente a alma aconchega
As lágrimas em gotículas caindo serenas, felicita e depois
Bem depois, a alma apazigua de forma tão solicita

Cada gomo de luz debruçado à janela das emoções afáveis
Enamora-se deste cântico nobre, enlevado e confortável
Ó Sole mio brilhando num verso suspirando alegre e irrefutável

Frederico de Castro
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