Escritas

Não me mordem

mgenthbjpafa21
Os choros imanentes, os dentes dos não presentes,

Digo, os sentientes ora não mais naturais, quentes,

Esses não me mordem e poucos há que me acordem

Da tarefa inelutável de ser patético e insuperável.


Sou o fio outrora embotado, às vezes disconnected

Zampakutou overdimensioned, 

Ordinary and far from perfected,


O olho do mar sem fim, a recusa do Delfim,

Sou aquele que não sabem porque vim,

Arredem  arredias areias e peias pois que vim, vim.


E não há nada em mim que não sintonize com ocaso, 

Fim

Nem a irrealidade de pensar saber razões, 

Explicações

Além do ofuscante horizonte dos monstros e das ilusões.
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