Escritas

O ruído das insignificâncias

Thaís Fontenele
Os talheres, seus ruídos que ganham voz no almoço de domingo,
teu corpo e os talheres,
a tempestade de inverno que está por vir,
a frieza sentida no verão,
o romper de um canal correndo água,
o devastar das mais belas formigas,
o desaguar solicito de tantas existências,
amarrando eternamente seus sonhos em mar azul solar.
287 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão ToPostComment