Escritas

FRIBURGO

Carlos Silva
O grito da serra não se cala. Mas o choro abala suas encostas, e mãos correm em busca de outras mãos, olhos ávidos de esperanças tentam alcançar os seus pares.

E a ignorância de quem manda escreve em tom autoritário sem autoridade: AFASTEM-SE ESTAMOS EM OBRAS.
Seres despedaçaram sonhos tantos.
Vidas engolidas e o porvir é só o choro, a lágrima seca da perda a lamuria, a pergunta sem resposta e o desabafo engolido em pranto.

E mesmo assim, as orquídeas teimam dizer em lindas cores: 
EU AINDA ESTOU AQUI.
142 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.