AS BRISAS DO VERDE-AMARELO DO BOSQUE
O sol se reflete nas árvores quietas,
Algumas esvoaçam os ramos
negando a preguiça que lhes molesta.
Uma poesia em cima do pensamento
traz ideias misturadas e filosofias avulsas
como surtos de tormento
C'è un battito animale dentro di noi
Un battito sano, che si lo controliamo, non batera mai!
A música penetra diretamente nos ouvidos
traz uma terapia estranha e um alerta torturante como ruídos
A lembrança se destaca em forma de vertigem
Reinicia mais uma vez o ciclo laboratorial duma amálgama da preciosa engrenagem
Se eu não te amasse tanto assim!...
Não é apenas o verso de música,
é botão duma razão tida vital,
que visita de novo a mente e combate o que ameaça ser fatal.
O rumor do rio, que se transforma no barulhento silêncio
lembra, que a natureza concede sempre, uma nobreza ao ôcio.
São os sulcos da brisa do verde-amarelo, do bosque que me rodea
e me sacode o espirito, com a mesma serenidade como sacode as suas árvores
(12AGO2012 Lausanne)
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